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Mostrando postagens de Julho, 2016

A ESPADA NO RITO E NA TRADIÇÃO - VITOR MANUEL ADRIÃO

A Espada no Rito e na Tradição – Por Vitor Manuel Adrião“E saía de sua boca uma espada de dois gumes, e o seu rosto resplandecia como o Sol na sua força” (Apocalipse, 1:16). “E de sua boca saía uma espada de dois gumes, para ferir com ela as nações” (Apocalipse, 19:15). Referia-se o Apóstolo S. João Evangelista, o Místico de Patmos, no decurso das suas visões, ao cavalo branco que via a céu aberto, e quem o montava era Cristo a quem chamou “o Fiel e o Verdadeiro”. Era, portanto, da boca do Filho do Homem que saía essa espada de dois gumes (um que fere e outro que premeia, como karma e dharma), sendo o nome da figura excelsa que a Revelação lhe trazia o “Verbo de Deus”. Isto leva a concluir que o Verbo de Deus é tão agudo, tão cortante, tão penetrante como uma espada, e que ela se exibia mesmo como a Espada do Espírito. Daí que se atribua ao Verbo Divino, à Revelação da Sabedoria de Deus o símbolo da espada com dois gumes tal qual a língua humana, para designar a Palavra e a Transmissão.